O Menos é Mais segue mostrando que “Molho” não é só um projeto, é identidade, é memória, é aquela mistura de pagode, rua, alegria e brasilidade que o grupo carrega desde o começo. Agora, eles lançam “Champanhe”, uma faixa inédita que veio ao mundo do jeito mais brasileiro possível: gravada na rua onde Duzão nasceu e cresceu e, por surpresa, Paulinho reconheceu o local e lembrou que também morou ali quando era criança; mais uma coincidência que fez o momento ficar ainda mais especial.
Com a proximidade da Copa do Mundo e a rua toda enfeitada de verde e amarelo, o clima não poderia ser mais a cara do grupo. Bandeirinhas, vizinhos na janela, nostalgia e pagode, tudo se misturou e transformou as filmagens em um daqueles momentos que só acontecem aqui.
Com letra leve e divertida, “Champanhe” narra a expectativa do eu lírico que acompanha de perto a relação da pessoa amada, esperando o momento certo para voltar a se declarar. Entre a saudade, o humor e a esperança de uma brecha, ele promete estar preparado “com o champanhe na mão, comemorando” assim que o reencontro for possível.
“Foi maneiro demais gravar ‘Champagne’, porque passou um filme na cabeça, né? Filmar na rua onde eu nasci, onde eu cresci, ver os vizinhos ali na gravação foi um déjà vu total. Lembrei de quando eu ficava sentado na rua com o cavaquinho na mão, vendo a galera passar e querendo entrar na roda de samba do meu vizinho. Voltar ali mexe, porque lembramos de onde viemos e do que somos até hoje. Geralmente, na correria, a gente esquece… e ali eu lembrei de muita coisa”, compartilha Duzão.
O projeto reforça que o “Molho é do Brasil”: colorido, musical, afetivo e impossível de confundir com qualquer outro lugar do mundo. A nova fase chega para somar a essa proposta que celebra as raízes, a energia do país e aquele pagodinho que é a trilha sonora oficial do brasileiro, presente no antes, durante e depois do jogo.
É o som que embala a chegada ao estádio e o esquenta na rua; que explode nas comemorações a cada gol; e que continua no pós, na resenha, no vestiário ou na roda que se forma sem hora pra acabar. O “Molho” também vive nas memórias mais simples e potentes: na infância jogando bola na rua, no gol de chinelo, na vizinhança reunida e na festa improvisada. É nesse encontro entre futebol e música que o projeto se fortalece, como um retrato fiel de um Brasil que transforma qualquer momento em celebração, seja no amor, na torcida ou na saudade.


