SONY MUSIC BRASIL APRESENTA O PROJETO “P.O.P: PESSOAS OUVEM PESSOAS” COM APRESENTAÇÃO DE IKARO KADOSHI

O “MUSIC & TALK” FALA SOBRE INCLUSÃO E REPRESENTATIVIDADE NA MÚSICA E JÁ ESTÁ DISPONÍVEL NO CANAL DO FILTR BRASIL NO YOUTUBE
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03.05.2023

Divulgação

A Sony Music Brasil apresenta o “P.O.P: Pessoas Ouvem Pessoas”, projeto audiovisual sobre representatividade e inclusão na música, que será dividido em duas etapas: programa de debate e websérie com depoimento de fãs (anônimos e famosos). O projeto tem como um de seus desdobramentos, o programa Music & Talkapresentado por Ikaro Kadoshi. Na atração, cantoras brasileiras – como Mariah Nala, Manda, Priscilla Alcântara e Karol Conká –debatem sobre como as músicas das divas pop (do calibre de Whitney Houston, Britney Spears, Beyoncé, P!nk e Sia) podem ser ferramentas de superação, alegria e força para as pessoas lidarem com algumas situações do cotidiano.

IKARO KADOSHI É A PRIMEIRA DRAG QUEEN DA HISTÓRIA A APRESENTAR O MISS UNIVERSO

Foi um presente, pois minha arte está ligada diretamente à música. Ou melhor, às mensagens que ela é capaz de passar com suas letras e melodias”, conta Ikaro Kadoshi. A atração estreia com o primeiro episódio, “Desconstruindo os Padrões de Beleza”, já disponível no canal oficial do Filtr Brasil no Youtube. O programa contará ainda com mais quatro blocos temáticos, que serão lançados até o final de junho.

Em cada bloco, convidados, fãs e especialistas opinam sobre diferentes assuntos: desconstrução de padrões de beleza, saúde mental, empoderamento feminino e valorização das culturas negra e LGBTQIA+. Na bancada fixa, a psicóloga Ana Carolina Diolindo, o jornalista André Aloi (editor de cultura da revista Harper’s Bazaar Brasil) e Flávio Saturnino. Os convidados são o influencer Eduardo Victor, Laura Queiroga e Evandro Gomes (ambos do Instituto Identidades do Brasil, o ID_BR), Mariana Abreu (Growth Lead no Spotify) e Bruna Araújo (People Experience na Sony Music Brasil). Eles narram suas experiências de vida relacionadas ao tema sob a perspectiva fã x artista.

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Conhecida como a drag que leva emoção aos palcos, Ikaro Kadoshi se coloca como ouvinte nos relatos de fãs, que discorrem sobre superação, liberdade, equilíbrio, representatividade e força. “Minhas performances sempre levam à discussão da existência humana, reforçadas por uma música que diga sobre o que estou refletindo: traição, amor, raiva, amizade, fracasso etc“, explica. “Sempre desnudei minha alma em drag, mas nunca meu corpo. Isso foi potente. Tenho muitas questões relacionadas a autoestima e beleza enquanto ser humano“. Durante o programa, discorre, começou a fazer as pazes com pedaços que lhe faltavam para se ver com mais amor, mais acolhimento e sem vergonha alguma de corpo, mente e coração. Em suas próprias palavras: “libertador“.

Segundo conta, ainda há uma visão muito enferrujada de que a drag queen deve ser a responsável por fazer as pessoas rirem, e de que são contratadas para falar sobre coisas óbvias, como maquiagem. “Mas, somos múltiplas: em histórias, conhecimentos agregados à arte drag, e, geralmente, temos uma visão mais ampla do mundo e de suas dores pela maneira marginal que o mundo nos trata“. No dia da gravação, a saber, tudo o que a apresentadora falava em frente às câmeras vinha de sua intuição, pois não contava com o apoio do teleprompter.De coração e do momento. Saber ouvir o outro e entender a conexão faz toda a diferença. Uma das coisas que mais amo é conversar sobre nosso existir neste tempo e espaço“, conclui. 

ALERTA SPOILER – Durante a atração, Ikaro Kadoshi começa o programa montada e, ao longo do programa, vai se despindo das roupas femininas e da maquiagem. Uma experiência transformadora, em sua opinião, porque nunca tinha aparecido em frente às câmeras dessa maneira, elucidando o ator Tiago Liberato, que se apresenta como drag desde os idos de 2000. “Emoção demais. Mas, também foi um processo tenso. Tinha cinco minutos entre cada bloco para correr no camarim, tirar uma peça e colocar outra, de roupa comum. Tirar um pedaço da maquiagem bem tirado. Foi uma loucura! Mas, deu certo“, diverte-se. Mas afirma que ainda está “entendendo” o que esse ato de aparecer ‘de cara limpa’ lhe causou. “As conversas e vivências na gravação foram lindas e intensas. Acho que, no fundo, sem querer parecer egóico, o maior beneficiado fui eu. Saí muito melhor do que entrei dessa gravação, como ser humano e amante da música. Só agradecimento“, conclui. Assista ao primeiro bloco:

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