BANHADO EM AMOR E PERDA, RUEL EVOCA UMA NOVA ERA E LANÇA O ÁLBUM “KICKING MY FEET & SCREAMING”

“COM MUITAS FAIXAS PARA CABER EM UM ÚNICO DISCO, DIVIDIMOS AS MÚSICAS EM UM ÁLBUM DE DUAS PARTES”, EXPLICOU O CANTOR
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16.06.2026

Maria Alvarez

O peso-pesado do pop australiano Ruel lança Kicking My Feet & Screaming”, a segunda parte do seu segundo álbum duplo de estúdio, já disponível via Recess Records / Virgin Music Group. Para celebrar a chegada do projeto, ele compartilha também o single principal, “Faking Smiles”. Lançado em outubro de 2025, “Kicking My Feet” (parte um) evocou uma nova era para o artista de 23 anos, alavancando o seu crescimento como um compositor vívido para traduzir os anos cruciais da sua vida em um cativante disco de amadurecimento.

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Agora, “Kicking My Feet & Screaming” (parte dois) mergulha ainda mais fundo, arrastando o calor melódico da primeira parte para um lugar ainda mais exposto. Banhado em amor, perda e na angústia específica de não conseguir desapegar, o registro emocional se amplia, expondo tudo, do terno ao visceral. Contando com um elenco estelar de colaboradores como Julian Bunetta, John Ryan, Kenny Beats, M-Phazes, Dan Wilson e Leroy Clampit, o disco ganha vida com um som reflexivo e expansivo. É Ruel no seu estado mais zeloso; com uma ousada autoconsciência moldando as dez novas faixas para soarem profundamente pessoais e, ao mesmo tempo, universais.

“Eu sabia bem cedo que teria dificuldade em escolher a seleção final de faixas para ‘Kicking My Feet’. À medida que as músicas se acumulavam, comecei a ver duas atitudes emocionais quase polarmente opostas sendo projetadas. Com muitas faixas para caber em um único disco, dividimos as músicas em um álbum de duas partes: Parte 1 – ‘Kicking My Feet’ e Parte 2 – ‘Kicking My Feet & Screaming’. Isso me permitiu tematizar cada lançamento com um ponto de vista emocional diferente”, explica Ruel.

CONSTRUÍDA SOBRE SINTETIZADORES BRILHANTES INSPIRADOS NOS ANOS 80, RUEL LANÇA A FAIXA “DEBBIE DON’T CRY”

“A Parte 1 é cheia da celebração do amor; os sentimentos hipercarregados, as borboletas no estômago, quando você está pisando nas nuvens. Em contraste, a Parte 2 expõe uma realidade muito mais dura do amor; como ele pode fazer você cair de cara, partir seu coração, deixar você em pedaços. Basicamente, uma narração menos abertamente discutida do que o amor pode fazer com você”.

Precedido por faixas como o hit pop/alt-rock distópico “Hate Myself”, as verdades dolorosas de “Don’t Say That” e a energia nebulosa de “Debbie Don’t Cry”, o álbum equilibra magistralmente peso emocional e vulnerabilidade desprotegida com humor autodepreciativo. No single principal “Faking Smiles”, Ruel examina as contradições entre as máscaras que usamos e o que realmente está borbulhando sob a superfície, num corte pop vertiginosamente expansivo.

Sobre a faixa, o artista compartilha: “A música definitivamente viveu muitas vidas. Começou como apenas uma simples balada de guitarra, mas depois que a aceleramos em cerca de 30bpm, ela evoluiu para uma espécie de retrocesso ao The Cure, prestando homenagem aos sons dos anos 80. As letras que escrevemos para ela também a tornam uma das minhas favoritas no álbum”.

“In Your Mind” apresenta uma exploração dream-pop cintilante sobre duas pessoas nos espasmos de um relacionamento que está a desaparecer. Na acústica “I Didn’t Love You Anyway”, Ruel desvenda as partes de nós mesmos com as quais somos confrontados após um amor perdido, antes que os falsetes nítidos de “Can I Have It Back?” abordem feridas mais profundas. A lenta “Talking To The Driver” desvenda uma história solitária de fim de noite, antes que os muros desabem em “Since The Day You Let Me”, culminando na faixa final “What It Sounds Like”.

O álbum coroa 12 meses importantes para Ruel, que incluíram apresentações aclamadas no festival Lollapalooza no Brasil, Chile e Argentina, uma turnê épica pela América do Norte e prêmios de composição. Desde a sua estreia em 2017, com apenas 14 anos, Ruel acumulou mais de 3 bilhões de streams globais e colecionou certificados de platina e ouro, além de prêmios da RIAA, ARIA e MTV. Seu talento tem sido observado de perto por ícones como Sir Elton John e Zane Lowe.

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